{"id":31,"date":"2013-10-14T01:55:08","date_gmt":"2013-10-14T04:55:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.psabs.com\/?p=31"},"modified":"2013-10-14T01:55:08","modified_gmt":"2013-10-14T04:55:08","slug":"leite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/2013\/10\/14\/leite\/","title":{"rendered":"Leite"},"content":{"rendered":"<h5>Intoler\u00e2ncia \u00e0 Lactose<\/h5>\n<p>Incapacidade de digerir a lactose (a\u00e7\u00facar do leite), devido a defici\u00eancia ou aus\u00eancia da enzima lactase, enzima esta que possibilita decompor o a\u00e7\u00facar do leite em carboidratos mais simples.<br \/>\nN\u00e1usea, dores abdominais, diarreia, distens\u00e3o abdominal, gases, e desconforto s\u00e3o alguns dos sintomas. Diabetes, obesidade e infec\u00e7\u00f5es, s\u00e3o outros problemas causados pelo leite.<br \/>\nOcorrem com cerca de 25% de brasileiros. O IBGE revelou que o consumo de leite no Brasil diminuiu cerca de 40% nos \u00faltimos 30 anos.<\/p>\n<h5>Ossos fortes?<\/h5>\n<p>Lobby da ind\u00fastria leiteira. Dados coletados em 40 anos indicam que quanto mais leite ou derivados s\u00e3o ingeridos, mais chances de ocorrerem fraturas na bacia, sinal mais indicativo de osteoporose.<br \/>\nApesar de ser concentrado em c\u00e1lcio, este excesso acidifica o organismo e leva a perda do mineral j\u00e1 fixado nos ossos. Rico em gordura, tanto o leite quanto os derivados, ajudam no sobrepeso, que por sua vez, aumenta o risco de diabetes e problemas no cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h5>Fontes de C\u00e1lcio<\/h5>\n<p>Biodisponibilidade: Quantidade do nutriente de um alimento que se consegue absorver.<br \/>\nBr\u00f3colis, baixo c\u00e1lcio total, mas alto aproveitamento. Feij\u00e3o branco, muito c\u00e1lcio, mas baixo aproveitamento ou biodisponibilidade.<br \/>\nEntre as melhores fontes: br\u00f3colis, repolho, couve, folha de mostarda, tofu, feij\u00e3o azuki, batata-doce, feij\u00e3o branco e espinafre.<br \/>\nLeguminosas, como feij\u00f5es, ervilha e gr\u00e3o-de-bico devem ficar de molho na \u00e1gua, por pelo menos uma noite. Faz com que o gr\u00e3o consuma o \u00e1cido f\u00edcito, que atrapalha na absor\u00e7\u00e3o do c\u00e1lcio ap\u00f3s ingerido.<br \/>\nA alimenta\u00e7\u00e3o vegetariana \u00e9 mais alcalina e poupa a massa corp\u00f3rea.<\/p>\n<h5>Impactos Ambientais<\/h5>\n<p><b>15 milh\u00f5es de toneladas <\/b>de gr\u00e3o e cereais.<br \/>\n<b>120 milh\u00f5es de toneladas <\/b>de forragens.<br \/>\n<b>255 bilh\u00f5es de litros<\/b> de \u00e1gua para as vacas.<br \/>\nS\u00e3o utilizados para extrairmos, no Brasil, cerca de <b>30 milh\u00f5es de toneladas<\/b> de leite de vaca por ano.<br \/>\n<b>400 milh\u00f5es de toneladas<\/b> de excrementos.<br \/>\n<b>100 a 300 litros<\/b> de g\u00e1s metano por dia s\u00e3o expelidos por vaca.<br \/>\n<b>22 a 23 milh\u00f5es<\/b> de vacas, eram o rebanho no Brasil, \u00e0 cinco anos.<br \/>\n<b>90%<\/b> do metano gerado no Brasil e <b>28%<\/b> no mundo, g\u00e1s que contribui com cerca de <b>23%<\/b> do efeito estufa.<\/p>\n<h5>Crueldade<\/h5>\n<p>S\u00e3o constantemente inseminadas, sugadas com bombas el\u00e9tricas, e ap\u00f3s em m\u00e9dia 4 anos, s\u00e3o abatidas e vendidas como carne de segunda, bezerros como baby beef meses ap\u00f3s o nascimento.<br \/>\nN\u00e3o evolu\u00edram para produzir at\u00e9 quase 100 litros de leite por dia, ou digerirem carboidratos e prote\u00ednas vindo dos cereais e gr\u00e3os. S\u00e3o herb\u00edvoras e o excesso de prote\u00edna acidifica o organismo, causando inflama\u00e7\u00f5es e degenera\u00e7\u00f5es dos cascos, dist\u00farbios digest\u00f3rios e inflama\u00e7\u00f5es nas gl\u00e2ndulas mam\u00e1rias.<\/p>\n<h5>Refer\u00eancias<\/h5>\n<p>Revista Vegetarianismo, n.83<br \/>\nDra. S\u00f4nia T. Felipe, livro Galactolatria<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Intoler\u00e2ncia \u00e0 Lactose Incapacidade de digerir a lactose (a\u00e7\u00facar do leite), devido a defici\u00eancia ou aus\u00eancia da enzima lactase, enzima esta que possibilita decompor o a\u00e7\u00facar&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-31","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=31"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":41,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/31\/revisions\/41"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=31"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=31"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.psabs.com.br\/index.php\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=31"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}